Poeta.damadrugada

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terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Infernum lagar

 Ôh lugar sombrio de imensa largura e boca, na tua intempestiva escuridão e sombra malevolenta, tú tens engolido multidões de milhares de milhões. Na tua negrura infasto por que nunca está farto mas sempre se alongando para ambos os lados. Tú Ôh Infernum  tens servido para muitos que a ti descem, lugar de açoites e angústias mortais de imenso ardor pelo fogo que os faz flagelar num sacrilégio infernal e que parece não ter fim.

Tú és Infernum um abismo glutão, és um imenso porão onde habitas em dor, sofrimento e horror a quem por ti és enlaçado ainda em vida. Vós de hierarquias bestiais que desceram a está terra ainda no princípio, subjuga os que a vós caem em vossas sordidas e demoníacas mãos e os lança em masmorras segundo o mal cometido ainda em vida. Agora Ôh lugar de trevas e surras em açoites, fizeste com que tais almas expermentace que no profundo lagar que queima ininterrupto num valerá a pena uma vida de prazeres hedonistas e agora tú os cobra pelo mal desejo que os fez gozar na terra, prazer e ódio uma mistura perfeita a se perder sem ao menos saber o que é viver, o que é o verdadeiro prazer.

Que está nas coisas simples como uma manhã ao relento, uma manhã ao nascer de novo a cada dia com a chance de aprender e fazer diferente. A busca por satisfação num intuito de inchar e se deixar inchar ao final nunca valerá a pena, sofrendo dura pena e escravidão grotesca e sofrível onde não existe paz, mas antes uma expectação horrível de horror e dor.

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